sábado, 27 de fevereiro de 2010

(FATOS) "SOLITÁRIOS" chega ao fim!





Olá, internautas

Na última quinta-feira (25/02), o ator e dublê Tom Pacheco, disparado o mais carismático entre os competidores, sagrou-se o grande vencedor da primeira edição de “Solitários”. O participante da “cabine 9” chamou a atenção desde a seletiva exibida no primeiro episódio. Chorou. Esperneou. Sorriu. Imitou. Competiu. Venceu.

Um dos momentos mais inusitados do reality foi a pegadinha traiçoeira da mandante mor Val. A personagem cibernética ordenou que Tom quebrasse seu brinquedo de estimação, um boneco do homem aranha. O solitário quebrou uma perna. Depois, Val mandou que destruísse. O rapaz ainda questionou se a produção guardaria os pedaços. Sarcástica e com o tom de voz a ponto de dar uma tremenda gargalhada, respondeu que sim. O confinado disse que nunca mais conversaria com ela. Ficou deitado no canto. Muito choro. Depois, “a computador” revelou que o boneco era uma cópia e o verdadeiro estava dentro do famoso compartimento. Felicidade geral.

“Solitários” surtiu bom efeito nos índices de audiência do SBT. O programa registrou 8 pontos de média no horário que marcava quatro com a famigerada novela “Vende-se Um Véu de Noiva”. A emissora acertou na escolha do elenco. Nove confinados com estilos diferentes.

Mesmo em cabines, “Solitários” reuniu todos os elementos dos reality shows. A ex-moradora de rua Talita foi uma das que mais emocionou o telespectador ao contar sua difícil vida nas ruas. A “cabine 7” foi quase assassinada e estuprada. Já a cabine 3 foi responsável pelos momentos de sensualidade. Muito pole dance na edição do programa. Já a cabine nº 8, o professor de educação física, Luiz Fernando, funcionou como o vilão. Reclamava de tudo, não participava das tarefas de entretenimento e zombava dos outros competidores (chamou Tom de emo).

A cabine nº 1, a modelo Letícia, entrou na cota dos homossexuais. Lésbica, revelou que tinha dificuldades de convivência com seus pais, devido a sua orientação sexual. E até tivemos um romance no ar. Val demonstrou “estar envolvida” com a cabine nº 6 ocupada por Cadu Pelegrini. A mandante-mor deu imunidade, em um momento chave do jogo, para o roqueiro que seria eliminado da competição por ter sido o primeiro a desistir de uma atividade. Brincadeiras a parte, Cadu queria divulgar sua banda de rock. O violão, objeto musical tão presente nos realities, estava lá. E não podemos nos esquecer dos merchandisings do Grupo Silvio Santos que ganharam destaque nas cabines. Até tivemos um jogo com as palavras Tele Sena e Jequiti. Não é uma delícia?

Tom enfrentou muito mais desafios dentro da competição. Solas dos pés, joelhos, cotovelos e até costas ralados. “Solitários” misturou desafios psicológicos e físicos, bem ao estilo “No Limite”. Não é um jogo de convivência, como “A Fazenda” e “BBB”, mas sim de superação. A direção do programa agora prepara a segunda temporada. Já deveriam se atentar à edição que não deve exibir tremendos blocos de melhores momentos do episódio anterior.

Com o prêmio de 50 mil reais em barras de ouro, Tom revelou que agora terá recursos para fazer bons cursos de teatro e TV. Antes, o solitário se inscrevia apenas em aulas gratuitas. Parabéns para o competidor que atraiu grande simpatia do público pelo jeito moleque de ser.

Por: Fabio Maksymczuk

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