terça-feira, 21 de setembro de 2010

(ELEIÇÕES 2010) Serra defende ampliação da permanência no Bolsa Família

Um dia após lançar promessa de um 13º pagamento para beneficiários do Bolsa Família, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, voltou nesta terça-feira (21) a fazer propostas relacionadas ao principal programa social do governo federal.
Em entrevista após encontro com artistas em São Paulo, o tucano defendeu a manutenção do benefício para famílias que obtenham emprego.

“Deve ser mantida [Bolsa Família] durante algum tempo mesmo que as famílias consigam emprego. É um incentivo até para se empregarem, porque muitas vezes as pessoas tem medo de deixar de receber um benefício e ir para uma atividade em uma empresa, depois perder o emprego e ficar sem [o benefício]”, afirmou.

Contudo, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o emprego não é critério de exclusão do programa. A pasta informou que o Bolsa Família atende famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, caracterizadas por renda familiar per capita de até R$ 140.

A situação econômica das famílias, informou o ministério, é revisada de dois em dois anos. Caso ultrapassem a faixa de renda per capita de até R$ 140 nesse intervalo, as famílias só perdem direito ao benefício após o processo de revisão do cadastro.

Pagamento de 13ª parcela do benefício
Serra defendeu ainda a viabilidade de institutir um pagamento extra do benefício ao final do ano, proposta feita na segunda-feira (20) durante debate regional sobre temas relativos ao Nordeste.

Afirmou que o custo da iniciativa seria equivalente a 8% do orçamento do programa.

'Problema não é de filho, é de sistema', diz tucano
O tucano comentou ainda entrevista da adversária Dilma Rousseff (PT) ao programa "Bom Dia Brasil", da TV Globo, em que a candidata, em relação às suspeitas de irregularidades envolvendo familiares da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, disse não ter culpa por atos de filhos dos outros.

“O problema que tem no governo federal não é de filho, é de sistema. O que se armou na Casa Civil, que é um ministério que na verdade está ao lado do presidente da República, foi um esquema de quadrilha, de corrupção, isso está claro. Todo mundo tem o direito de se defender, mas não é um problema de ter fiho ou não ter filho, a coisa vai muito mais longe”, disse Serra.

Fonte: G1

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tribunal: Renascer deve pagar indenização por desabamento em São Paulo

Portal Terra

SÃO PAULO - Duas mulheres que estavam no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou, em São Paulo, em janeiro de 2009, conseguiram na Justiça o direito de receber indenização de R$ 10 mil cada, por danos morais, segundo decisão proferida nesta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça paulista.

De acordo com a decisão, além do valor da indenização, a igreja deve pagar os gastos médicos e despesas com futuros tratamentos de saúde. A decisão de hoje é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. A Igreja havia recorrido do julgamento de primeira instância alegando que não foi considerada comprovadamente culpada pelo acidente, porque havia contratado profissionais para uma minuciosa avaliação da estrutura de sustentação do telhado.

De acordo com o relator da apelação, desembargador Teixeira Leite, a lei determina que o dono de um edifício ou construção responde pelos danos causados em caso de desabamento pela falta de reparos.

"É induvidosa a atitude omissa da Igreja Renascer em não interditar o local, embora apresentasse sinais de desabamento. Isso caracteriza seu dever de indenizar, sem a necessidade de perícia de engenharia", afirmou o relator em seu voto.

O caso

O telhado da igreja localizada na avenida Lins de Vasconcelos, no Cambuci, zona sul da capital, desabou no dia 17 de janeiro deixando nove mortos e mais de 100 feridos. Em dezembro do ano passado, a Justiça suspendeu o alvará da Prefeitura que permitia à Igreja Cristã Apostólica Renascer em Cristo reconstruir sua sede.

A Polícia Civil de São Paulo acusou a Igreja Apostólica Renascer em Cristo de conduta negligente, com base em laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística.

(MOTIVAÇÃO) VIida e Morte: Lidando com o luto


A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.

Essa visão se baseia em três princípios. Primeiramente, quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, a batalha entre pulsão de vida e pulsão de morte, coloca muitas vezes as duas em extremidades opostas, apesar da morte estar contida na vida e esta naquela.

O segundo ponto que nos faz temer a morte é o que vem depois dela. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se há vida depois da morte... eis uma questão de foro íntimo, uma questão de fé e de percepção de vida. Da perspectiva da Terra, pura e simples, o que há na morte é a saudade e o encerramento de uma história. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.

E finalmente, o último elemento que nos faz ter repulsa à ideia da morte é a dor. Em qualquer língua, em qualquer época, em qualquer história, dor é dor, e requer muito treino, paciência e aceitação para se tornar construtiva em nossa trajetória. A dor é uma violência para a alma e nos tira do patamar de compreensão que tínhamos até então para nos lançar ao estado do limbo, no qual não se pertence a mundo nenhum, pois a conexão com a realidade fica frágil.

PROCESSO DE LUTO

Quando se perde alguém violentamente, de modo repentino ou inesperado, quem fica permanece nesse limbo por um tempo indeterminado. É comum pessoas em processo de luto por morte abrupta serem tomadas por um estado de catatonia, semelhante a um morto-vivo, ou a um robô, que passa a agir no "piloto-automático", sem domínio ou vontade de controlar suas ações. Uma parte continua vivendo, pois entende ser necessário, mas a outra não está lá. A alma fica dividida e constantemente, o enlutado sente que morreu também e que sua história nunca mais será a mesma.

De fato, nunca mais será, pois a morte marca a alma. Entretanto, estamos na vida para sermos transformados a partir das experiência que o acaso (será?) nos propõe. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.

Mas como aceitar algo que não faz sentido? Algo que não vem com avisos, que não parece ter um por quê dentro da lógica do merecimento? Como aceitar a morte de alguém bom, que tinha uma vida enorme pela frente? E que o destino levou em segundos, sem nos ter orientado para aquele momento? Como continuar sem ter mais vontade de viver, sem ter um sentido que nos norteie?

DA DOR À ACEITAÇÃO

Podemos tomar como exemplo o caso recente do filho de Cissa Guimarães, de 18 anos, levado pelas circunstâncias de modo violento. Uma reação bastante comum inicial seria a de procurar culpados, alguém em quem se possa descarregar a dor. O fato é que isso, além de gerar novas dores, não traz a pessoa de volta. Alguns dizem que buscar justiça traz alívio. Entretanto, no caso de acidentes e não de crimes intencionais, culpabilizar alguém só agrava a situação.

Há fases no processo de aceitação de morte. A estudiosa Elizabeth Kluber-Ross, autora de vários livros sobre o tema, alerta que em geral, diante da morte qualquer ser humano passa por cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Esses estágios não necessariamente são subsequentes, podendo estar misturados e serem vividos ao mesmo tempo.

Negar é não poder ver e usar recursos para afastar a realidade que dói. Entre esses recursos temos uma infinidade de ações: acreditar que o morto ainda voltará, manter todos os objetos dele intactos, como se estivessem à espera do falecido, ou ainda negar a dor da situação, indo se divertir de modo desproporcional ao que o momento pediria, ou entregando-se a algum vício...

Ter raiva é querer culpar alguém. É procurar um responsável pela dor. Ter raiva é pensar que poderia ter sido diferente se o fulano não tivesse errado nisso, se o médico tivesse tentado aquilo, se a pessoa que ficou tivesse chegado minutos antes... A raiva não permite encarar o processo como algo que fugiu do controle, querendo devolver aos mortais o domínio do destino. A raiva é necessária para descarregar, mas é um esforço quase vão que nos liga ao passado.

Barganhar é tentar negociar com o destino. Fazer magia, fazer promessa, buscar psicografia. Esses recursos são importantes, mas ainda demonstram uma ligação com um passado que não se quer deixar ir. Ouvir uma palavra psicografada nãodeve ser um recurso proveniente de uma busca desesperada por contato, mas sim, algo que espontaneamente surge, se for essa a crença de quem fica.

A depressão é o último estágio antes da aceitação e não é por acaso. Quem se deprime está mais perto de ver as coisas como elas são e ver a devastação que a morte causou. O perigo desse estágio é o tempo de permanência. A depressão é a maior ladra da vida e por isso deve ser combatida quando o tempo é superior a seis meses e a intensidade tira o enlutado das atividades que o ligam à vida (trabalho, convívio familiar, convívio social, saúde, fé no futuro).

Finalmente, a aceitação é o processo que nos torna capazes de ver, tocar, falar sobre a morte e ao mesmo tempo, deixá-la ir para onde tiver que ir, longe de nossos domínios, de nosso controle racional. Deixar ir não significa esquecer, tampouco não sofrer nunca mais. Deixar ir é fazer as pazes com o tempo, com novas chances para quem ficou, com a única certeza de que absolutamente tudo muda e que é preciso se transformar junto com a vida e com a morte.

Por: Clarissa de Franco

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(SUPER STAR) Atriz de ‘Hannah Montana’ fará shows no Brasil em outubro



A atriz e cantora Emily Osment, conhecida por ter feito a personagem Lily na série “Hannah Montana”, com Miley Cirus, irá fazer dois shows no Brasil.

A artista de 18 anos tem apresentações marcadas para os dias 30 e 31 de outubro em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.

A vinda de Emily, que é irmã do ator Haley Joel Osment, ao país, coincide com o lançamento de seu primeiro álbum, “Fight or flight” - ela tem apenas um LP lançado. O primeiro single do CD de estreia, “Let’s be friends”, foi lançado em agosto.

Os ingressos para a apresentação em São Paulo, na Via Funchal, já estão à venda. Os do show Rio de Janeiro, no Ciitbank Hall, serão disponibilizados em breve.


Emily Osment no Brasil

São Paulo
Data: 30 de outubro
Onde: Via Funchal - Rua Funchal, 65
Horário: 20h30
Ingressos: De R$ 140 a R$ 280
Informações: (11) 2144-5444 / www.viafunchal.com.br

Fonte: G1

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

(CONEXÃO ESPORTE) Elenco Rubro-Negro prevê dificuldade diante do Cruzeiro

O Cruzeiro não é um adversário fácil de ser enfrentado. O retrospecto recente do Flamengo contra a Raposa prova isso. Desde 2007, quando bateu o time mineiro por 3 a 1 no Maracanã, com uma grande atuação, o Fla não vence a equipe celeste. Desde aquele 12 de setembro, foram mais cinco jogos entre os dois times, com cinco vitórias cruzeirenses. Por isso, os jogadores do Flamengo sabem que não terão vida fácil nesta quarta (01.09), em Uberlândia.

"É um adversário complicadíssimo. É uma equipe forte, que tem o mesmo elenco há um tempo e sabemos da dificuldade que vamos encontrar. No entanto, estamos em uma situação difícil e precisamos da vitória para termos tranqüilidade para trabalharmos novamente no Brasileiro", disse o zagueiro Ronaldo Angelim.

O volante Correa, que defendeu o Atlético-MG, grande rival do Cruzeiro, no início da temporada, conhece bem o adversário e avisa que a partida deve sim ser muito difícil. No entanto, confia em um resultado positivo.

"É uma grande equipe, que tem uma base montada há algum tempo, com jogadores de qualidade, bem armada, bem treinada... Vai ser um grande jogo e precisamos estar atentos. Mas aqui também é o Flamengo. Não estamos vindo de resultados positivos, respeitamos o adversário, mas sabemos da nossa força e quando o jogo começar, vamos de igual para igual tentar essa reabilitação", explicou o camisa 7, que teve as palavras reforçadas pelo zagueiro Jean.

"É um time difícil de ser batido. Vai jogar em casa, apesar de não ser no Mineirão, e vai ser complicado. Mas precisamos jogar nosso futebol, anular os pontos fortes deles e tentar dar o máximo para conseguir o resultado. Temos que nos preparar bem, temos pouco tempo de treino, mas estamos conscientes do que vamos encontrar lá e queremos vencer o jogo", observou.

A história de Flamengo e Cruzeiro tem 71 confrontos, com 23 vitórias do Flamengo, 21 empates e 27 vitórias do Cruzeiro.

Fonte: Jornal do Brasil Online

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